Tuesday, April 25, 2006

Moradias populares são adaptadas em prédios no centro da capital

O prefeito Fernando Pimentel conheceu o primeiro edifício, na rua São Paulo, 351, que será adaptado para se tornar um residencial, no último dia 24. O empreendimento privado, aprovado pela Prefeitura, está voltado para a população de baixa renda. Os preços dos apartamentos variam de R$ 35 a 60 mil.


O prefeito afirmou que, no momento, está em tramitação na Câmara Municipal um projeto que visa algumas flexibilizações na Lei de Uso e Ocupação do Solo para acelerar o processo de adaptação de prédios subutilizados no hipercentro em moradias populares. Somente pessoas que estejam cadastradas em algum dos programas de habitação municipais e servidores públicos terão direito à proposta. “Este prédio aqui é o primeiro exemplo, foi aprovado ainda com a legislação antiga, exigiu um grande esforço do empreendedor e também da Prefeitura. A partir da aprovação da lei eu acredito que vamos ter muito mais facilidade para adaptar outros edifícios”, disse.


Além das obras do Centro Vivo, a Prefeitura também valoriza o centro ao trazer a estrutura das suas secretarias para a região. O município já comprou o prédio do antigo Banco Nacional, que será adaptado para abrigar as secretarias da Fazenda, Planejamento e uma parte da Procuradoria.


O projeto é uma parceria entre a Prefeitura de Belo Horizonte, Caixa Econômica Federal, Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) e o Ministério das Cidades.

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Vários alunos do curso de jornalismo participaram da palestra sobre as charges. Para os palestrantes Son Salvador do jornal Estado de Minas e Kinho do Diário da tarde, o humor está ligado diretamente com o futebol e a política. O objetivo em cada é demonstrar os problemas ocorridos através da piada.



O ex-jogador do atlético Reinaldo Lima acredita que as charges contribuem para o crescimento da sociedade, já que as pessoas podem interpretá-las de várias maneias. Já o cartunista Kinho aponta alguns princípios importantes para desempenhar a atividade. “O trabalho não é de manipulação e sim de imparcialidade. A finalidade é melhorar os problemas sociais através da piada”, disse.



Cada charge parte para um determinado tipo de interpretação, porém, o cartunista parte para uma única visão, um certo objetivo. O foco das charges não está baseado em prefeitos, vereadores e sim na ampliação dos problemas atuais.

Charge do cartunista Glauco da Folha de São Paulo do dia 25/04/06